segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

UM DIA PARAMOS DE CORRER ( RICARDO ROSSI )

UM DIA PARAMOS DE CORRER.
AÍ NOTAMOS QUE CORRER NÃO NOS FAZ CHEGAR PRIMEIRO,
NOTAMOS QUE CORRER NOS CANSA, E QUE NÃO CHEGAMOS ANTES,
TUDO TEM SEU TEMPO CERTO.
CORRER NÃO ECONOMIZA TEMPO, NEM O PERDE,
APENAS NOS CANSA, E NÃO NOS PERMITE VER OS DETALHES DAS COISAS,
PASSAMOS TÃO RÁPIDO PELAS COISAS QUE NÃO AS VEMOS.
UM DIA PARAMOS DE CORRER E APRENDEMOS A VER AS COISAS,
APRENDEMOS DEVAGAR A CONHECER NOSSOS SENTIMENTOS,
E BEM DEVAGAR APRENDEMOS A CONHECER E RESPEITAR OS SENTIMENTOS DOS OUTROS.
QUANDO APRENDEMOS A NÃO CORRER, NÃO CHEGAMOS ANTES AO NOSSO DESTINO,
MAS CHEGAMOS AO NOSSO DESTINO COM MAIS CONHECIMENTO, CONHECENDO NOSSO CAMINHO.
SEM CORRER PODEMOS VER QUE O TEMPO PASSA EM IGUAL PROPORÇÃO, POREM PODEMOS SENTIR A REAL DIMENSÃO DO TEMPO.
PODEMOS BEM DEVAGAR DEGUSTAR OS SEGUNDOS AS HORAS DIAS SEMANAS... A VIDA!
E BEM DEVAGAR TERMOS CONSCIÊNCIA DE QUE A VIDA É APENAS UM TEMPO, E QUE SERMOS FELIZES OU INFELIZES DEPENDERÁ DO QUE FIZEMOS COM O NOSSO TEMPO.
APRENDI A NÃO CORRER, APRENDI A BEM DEVAGAR VER O QUE ME CERCA VER O CÉU O MAR AS MONTANHAS E A HUMANIDADE, CONHECENDO O QUE HÁ DE BELO E O QUE NÃO HÁ DE BELO EM TUDO O QUE ME CERCA.
NOSSAS VIDAS É UM PUNHADO DE TEMPO QUE GANHAMOS AO NASCERMOS, E ESTE PUNHADO DE TEMPO VAI SE SUBTRAINDO SEGUNDO A SEGUNDO. O QUE FIZERMOS COM ESTE PUNHADO DE TEMPO QUE NOS PERTENCE, É O QUE FARÁ DE NOSSAS VIDAS ALGO DE VERDADEIRA VALIDADE OU DESPERDÍCIO DO TEMPO.
VIVER COM PLENITUDE É A ATITUDE DE GASTARMOS NOSSO PUNHADO DE TEMPO EM REALIZAÇÕES QUE NOS FAÇAM MELHOR AOS NOSSOS PRÓPRIOS OLHOS.
ENTÃO COM CALMA E BEM DEVAGAR GASTAREI O QUE ME RESTA DO PUNHADO DE TEMPO QUE TENHO.
VENDO AS COISAS BEM DEVAGAR TENTANDO ENTENDER O QUE EXISTE NAS COISAS... A SUA ESSÊNCIA, VIVENDO DO MEU PUNHADO, COM CALMA... BEM DEVAGARZINHO, DEGUSTANDO O MEU PUNHADO DE TEMPO, BEM VAGAROSAMENTE!


S. CAETANO DO SUL 25/02/2011


RICARDO ROSSI 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Como quem nasceu agora! ( RICARDO ROSSI )

Deixa me que durma sem sonhos...
Nem suspiros de uma noite em anseios,
despido da minha própria pele desejo estar.
Deixa me que durma...
Sem pecados de antes,
sem remorsos de agora,
nem desejos de depois.
Deixa me que durma...
Sem apegos do tempo,
nem esperanças de amanhãs.
Deixa me que durma!!
Não acorde me... deixa me que durma!!
Como se puro fosse meu coração,
Como se justa fosse minha alma,
Como se límpida fosse a fonte de minha vida.
Deixa me que durma sem amores,
Sem desejos guardados...
nem dores, sem os medos que aprendi a ter.
Deixa me que durma , como quem nasceu agora!



São Caetano 31/01/2011 21:36h

Ricardo Rossi

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz agora ( Ricardo Rossi )

Eu poderia desejar um feliz 2011 cheio de alegrias e realizações,
Mas não desejarei... não pretendo jogar para o futuro o que devemos ter no agora!
Não devemos mistificar o tempo, na espera do milagre que acontecerá na mudança do calendário, ou no segundo que o relógio separa um ano do outro.
O tempo é constante e segue ininterruptamente, segundo após segundo,
Desejar felicidades para o futuro é triste, devemos vivenciar o bom no agora,
O futuro é um vazio desconhecido, porem o agora está diante de nós.
É no agora que realizamos nossos sonhos, é no agora que amamos e somos amados.
Não deixemos ao futuro o que nos cabe, este instante é nosso e nele construímos nossas vidas.
O ano de 2011 será a continuação do que no agora vive em nós, então no agora te desejo felicidades, e que cada instante se prolongue ao o outro instante o que de bom em teu coração habita.
Paz, amor, felicidade, são os mais básicos desejos humano, e são também os mais belos!
Que a paz, o amor e a fraternidade estejam em ti neste instante e se perpetue em seu viver.
Assim eu sei, serás feliz!
Feliz agora, 2011, 2012, 2013................sempre!

S. Caetano do Sul 31/12/2010
Ricardo Rossi

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Entre pequenas e grandes alegrias ( Ricardo Rossi )

Entre pequenas e grandes alegrias,
não sei qual escolho?... ou fico entre elas,
ou sem elas eu fico.
Ou como um pêndulo fico, ora nas grande ora nas pequenas,
e por vezes sem elas... inerte, sem alegrias,
mas também sem tristezas... inerte apenas.
Meu prazer oscila entre pequenas e grandes alegrias.
Eu quero um coração inerte, indiferente a tudo,
oscilante, pendular, inquieto e indiferente.
Onde eu não me entenda nem tente me entender,
Como as ondas que se desmancham nas praias,
e tem todo o sentido da vida nelas.


S. Paulo 26/11/2010 17:30h

Ricardo Rossi

Gosto de eternidade ( Ricardo Rossi )

Escrevendo e criando laços em um espaço
que existe no etéreo e no pensamento.
Movido pelas emoções e as vezes, ( raramente ) pela razão,
mas colocando no espaço cibernético
o que no humano coração existe!
Amar de graça a tudo que existe,
as vezes parece irreal... mas amar sem limite,
ao vento ao sol as estrelas na noite,
e mesmo as noites sem estrelas,
e aos desconhecidos que nos homenageiam
lendo nossos escritos, e se vestem com nossos sentidos,
nos levam a um plano maior que vive em nos mesmos...
porem não somos o que escrevemos,
não somos ao menos o que no espelho avistamos,
somos o silencio, o olhar calado que ninguém alcança,
somos o desconhecido que buscamos e queremos encontrar,
e que nos estimula a caminhar por este mundo.
Somos a consciência que protegemos e guardamos com um gosto de eternidade!

S.Paulo 26/11/2010 13:30h

Ricardo Rossi

terça-feira, 23 de novembro de 2010

EU QUERIA ( RICARDO ROSSI )

EU QUERIA COMPOR UMA VALSA,
QUEM SABE UM ROMANCE,
OU TALVEZ UMA POESIA TÃO TRISTE,
QUE ME FIZESSE CHORAR
DE PENA DA TRISTEZA.
MAS NÃO CONHEÇO NADA MAIS TRISTE
QUE A PROPRIA EXISTENCIA HUMANA.
E NÃO É NECESSARIO UMA VALSA TRISTE
NEM ROMANCE DE FIM TRAGICO
OU POESIA QUE FAZ OS OLHOS MAREJAR.
A VIDA POR SI JÁ É TRISTE, MAS AS VEZES É BELA...
UMA BELEZA TRISTE QUE NÃO SE PODE EXPLICAR.
ENTÃO NADA SE EXPLICA, SE VIVE...
E SE EXPÕE UM SORRIR TRISTE, E VIVE, VIVE APENAS!

S. PAULO 23/11/2010 11:20H

RICARDO ROSSI

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O que em mim se esconde ( Ricardo Rossi ) para Diva

O que em mim se esconde
É o que em mim procuro
E as vezes disperso de mim mesmo
omito minhas verdades.
E não as tenho... verdades?... não as conheço!
O que em mim se esconde,
é o que eu sonho e desejo,
e desconheço o que me aflige.
E em mim se esconde minhas aflições,
e amores que morreram sem extrema-unção.
Eu estou presente em mim e não me conheço.
Sou o enigma de minha existência,
sou quem se espanta com a imagem do espelho,
sou um eu sem me saber... e em mim se esconde,
o que de mim é a verdade que desconheço.

S.Paulo 17/11/2010 17:36h

Ricardo Rossi